Introdução da introdução da J linda

Boa noite, quem escreve agora é a D.

Como minha linda namorada já mencionou, nosso blog vai servir de ajuda para as pessoas, que como nós, tiveram ou tem dúvidas com relação a sua sexualidade e por meio das nossas experiências, vamos ajudar e dar a cada um o conforto e o apoio necessário para que possam levar a vida do jeito que realmente querem e não do jeito que outros querem.

Fiz um intercâmbio para os Estados Unidos em 2013-2014 e morei por três meses e meio em Orlando, na cidade onde o Mickey realiza nossos sonhos e onde há bondade. De fato, existia bondade naquele lugar. Não devemos nos enganar, todo lugar tem pontos positivos e negativos, mas morar lá foi um choque de realidades. No primeiro dia em que fui visitar o local onde ia trabalhar, uma futura colega de trabalho perguntou se eu e mais alguns amigos estávamos de carro e quando dissemos que não, ela tirou as chaves do bolso e disse “gente, peguem meu carro e amanhã vocês trazem, imagina se eu vou deixar vocês irem à pé”. Se fosse eu, aqui no Brasil, eu nunca ia emprestar o meu carro, muito menos para quem eu não conheço. Já é difícil eu deixa a J dirigir meu carro, quanto mais uma pessoa de outro país que eu nunca vi. Bom, o que interessa nessa história é que aos poucos eu pude compreender que os americanos costumam confiar nas pessoas, eles dão aquele voto de confiança, que nós brasileiros nem sonhamos, já que vivemos sempre com medo de ser apunhalados pelas costas.

Além disso, viver lá foi fácil para mim, sendo gay. Eu não era julgada, ridicularizada, muito pelo contrário, eles faziam o possível para conversar comigo e me conhecer, por que acreditam que a pessoa não se define por onde mora, por quem namora, por onde costuma ir, mas pelas atitudes. Achei estranho voltar para o Brasil e para o trânsito louco e para os governantes que não se importam de encher os próprios bolsos enquanto a sociedade sofre em silêncio por que não teve um ensino de qualidade, onde pudessem compreender sobre política e o direito humano. Por essa falta de ensino de QUALIDADE e por vivermos sobre o julgamento eterno da igreja, é que as pessoas se apresentam tão preconceituosas.

Não devemos confundir preconceito com preferências ou discórdia de opiniões. Por exemplo, minha professora da faculdade não gosta de tatuagem, diz que para ela não serve para nada, mas respeita quem tem. Essa é a preferência dela. Ela simplesmente não gosta de tatuagem. Mas o preconceito a gente vê várias vezes nos jornais, quando homossexuais são atacados no meio da rua, nas baladas, nos bares, apenas por serem homossexuais, por serem pessoas como todas as outras, que comer, dorme, fazem cocô, fazem sexo, se amam, se odeiam, se preocupam e trabalham, assim como todo mundo.

Já fui questionada várias vezes sobre como era o sexo no meu namoro. Como funciona, quem era ativo e quem era passivo, o que fazia e todas essas baboseiras absurdas de quem não tem mais o que perguntar. Gente, qual é o problema? O que vocês querem saber sobre o sexo? Apresento a vocês o GOOGLE, um site maneiro e cheio de informações se vocês procuram detalhes. Mas o real problema da sociedade preconceituosa está no sexo e em como é feito. E o amor? Como ele é feito? Não interessa, o que interessa é que duas pessoas se amam e se satisfazem de uma maneira que somente eles entendem e sentem. Ponto final.

Espero que curtam nosso blog e que compartilhem ele com seus amigos, vizinhos, parentes, papagaios e demais animais de estimação.

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2 comentários sobre “Introdução da introdução da J linda

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